Conheça todos os equipamentos da linha Tramontina América de coccção

A Tramontina divulgou vários vídeos apresentando os detalhes sobre os principais equipamentos da linha América de cocção. Os vídeos de 1 a 3 minutos estão disponíveis no canal da marca no YouTube.

O StudiIno desenvolveu a estratégia e o design da nova linha.  de cocção da Tramontina. O trabalho durou mais ou menos dois anos e os produtos foram pensados para o mercado brasileiro.

Clique nas imagens abaixo para assistir aos vídeos:

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Tramontina apresenta nova linha de cocção

No último dia 22, a Tramontina lançou oficialmente os novos equipamentos de cocção da marca. A apresentação ao público foi feita em duas lives no canal do YouTube da Tramontina. A linha foi batizada de América, por refletir padrões de mercado dessa região. O StudioIno foi responsável pelo desenvolvimento da estratégia e do design dos produtos.

A família América de equipamentos de cocção conta com mais de 20 itens. O extenso portfólio tem opções como  fogões, fornos, banhos maria, char broilers, chapas, fritadeiras, cozedores de massas e módulos neutros para apoio. 

Equipamentos de cocção para várias aplicações

A linha América foi pensada para diferentes tipos de operação de foodservice, como hotéis, restaurantes, hospitais e empresas. Com unidades modulares, os equipamentos podem ser utilizados de maneira independente ou montados em blocos de cocção. 

São produtos de alto rendimento, com qualidade superior em relação aos principais concorrentes, tecnologicamente atualizados com o mercado mundial e com custos competitivos. 

Diferenciais de design para a Tramontina

O desenho dos produtos incorpora inovações desejadas pelos cozinheiros: alta produção em pequeno espaço; superfície plana das trempes para o deslizamento das panelas; mesa blindada para limpeza fácil; e tampos superiores fabricados com soldagem a laser, para que as unidades sejam combinadas sem “gaps” entre elas. Os blocos de cocção formados parecem um único equipamento. Com linhas retas e formas geométricas, o design evoca força e resistência.

Design estratégico

Toda linha foi desenvolvida de acordo com os objetivos da marca no mercado brasileiro. Para que os produtos atendessem a necessidade de posicionamento da Tramontina, o StudioIno realizou, antes de tudo, uma extensa pesquisa para embasar todo o trabalho. O estudo envolveu análise de mercado, avaliação de materiais e acabamentos, conversas com fornecedores, entre outros. Somada às prototipagens e testes, a etapa de design estratégico durou mais ou menos dois anos.

Sobre a Tramontina: Fundada em 1911, a Tramontina é uma das marcas mais conhecidas do Brasil. Não é para menos. A empresa tem cerca de 18 mil produtos no mercado, sendo responsável por uma grande fatia do comércio de utilidades para a casa. Desde as famosas facas, até móveis e equipamentos. Atualmente a Tramontina está presente em 120 países e tem mais de 8 mil funcionários.

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Tramontina lança linha de cozinhas profissionais

Na terça-feira, 22, a Tramontina vai lançar a Linha América, uma nova família de equipamentos de cocção para cozinhas profissionais. O lançamento será ao vivo no canal do YouTube da marca. Representantes da Tramontina e convidados vão apresentar os produtos, as aplicações e as possibilidades da nova linha.

O StudioIno desenvolveu a estratégia e o design da América. O trabalho durou mais ou menos dois anos e os equipamentos foram pensados para o mercado brasileiro.

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Ajude famílias de Heliópolis a enfrentar a pandemia

Uma campanha solidária está levantando fundos para ajudar famílias de Heliópolis, São Paulo, que estão enfrentando dificuldades com a quarentena necessária para conter a disseminação da Covid-19. A ação é organizada pela Heavy Conecta e pela União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas). A cantora e compositora Manu Gavassi, é a porta-voz da iniciativa. Para ajudar, basta fazer a doação na página da campanha na plataforma Benfeitoria.

O valor arrecadado será usado para comprar “super cestas básicas” para as famílias. O kit é mais caprichado que uma cesta básica comum e será composto de: uma proteína animal, frutas, verduras, legumes e ovos, fornecidos por pequenos produtores locais, um botijão de gás e também brinquedos para as crianças que estão confinadas sem poder ir à escola.

Assista ao vídeo da campanha:

A primeira meta da campanha é levantar R$100 mil reais e impactar a vida de mais de 6 mil pessoas em Heliópolis. Manu Gavassi, como embaixadora da ação, já doou os R$ 50 mil iniciais.

Sobre a Unas: O StudioIno é parceiro da Unas no projeto para a Oficina de Sorvete de Heliópolis (OSH). A ONG foi fundada em 1978, e hoje organiza 51 ações e atende 10 mil pessoas no bairro.

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Inspirações para novos formatos de autosserviço

Como os restaurantes de autosserviço, os conhecidos self-services, vão operar após a quarentena? Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, gravou uma série de vídeos para a convite da Cozil, para responder essa pergunta e pensar em novos formatos de negócio para esses estabelecimentos.

Ângela Carmo, Especialista em Marketing e Conteúdo da Cozil, conta que a proposta dos conteúdos é oferecer alternativas interessantes para o setor, que foi tão afetado pelas medidas de contenção do novo coronavírus. “Nosso objetivo é apresentar caminhos para que os clientes que atuam no self-service encontrem, se renovem, e evoluam, conforme as tendências do mercado”.

Os vídeo são baseados no artigo O Futuro dos Restaurantes Self-Service pós Covid-19, que Emmanuel publicou em abril. O texto traz uma sugestão de protocolo para a reabertura e inspirações para novos formatos de autosserviço.

A série da Cozil tem três episódios: 

1) Self-service vai acabar?  

2) Inspirações para novos formatos de autosserviço

3) Tecnologia para os novos formatos de autosserviço

Os vídeos podem ser assistidos no Youtube ou no Instagram da Cozil. 

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Como serão os restaurantes self-service a partir de agora

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, participou de uma discussão muito boa sobre as transformações que os self-services devem passar para se ajustar a esse novo momento.

A conversa foi a Cozil, fabricante de equipamentos para cozinhas industriais. Emmanuel falou sobre inspirações para novos formatos e modelos de negócio. Você pode assistir acessando o canal do YouTube ou IGTV da Cozil

Esse papo faz parte de uma série de vídeos da Cozil sobre o novo cenário do foodservice.

Nos próximos vídeos, os temas serão: 

– O novo consumidor e a relação com o self-service.

– Tecnologia para os novos formatos de autosserviço.

Assista aqui.

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

Matéria da UOL aponta crescimento da demanda por cozinhas de aluguel

A UOL conversou com a Diris Petribu, diretora do StudioIno sobre o mercado de cozinhas de aluguel. Ela falou sobre o trabalho do Hub FS e do Hub CK, os dois conjuntos de cozinhas colaborativas que ela comanda. A matéria detalha o funcionamento das chamadas “cloud kitchens” e mostra como esse modelo de negócio ajuda estabelecimentos de alimentação focados no delivery.

O texto conta um pouco da trajetória do Hub FS e do Hub CK até o momento:

“Há cinco anos no mercado de cloud kitchens, o StudioIno começou o negócio com um imóvel de três cozinhas em Perdizes, zona oeste de São Paulo, voltado para dar suporte a food trucks e startups que atuam na região, o Hub Foodservice. Em 2019, investiu na adaptação de outro edifício com mais dez cozinhas e estrutura para delivery, o Hub CK (cloud kitchen), no mesmo bairro”

Diris explica como foi o investimento nos espaços:

“Os nossos clientes são, na maioria, restaurantes já consolidados. Nem todos têm o delivery próprio. Alguns deles estão sediados em outros pontos da cidade. Como não atendiam à região oeste, decidiram alugar o espaço para ampliar o raio de atuação”

O texto assinado pelo jornalista Bruno Cirilo foi publicado na última semana na página Nossa UOL, que traz conteúdo sobre gastronomia, viagem, moda e estilo de vida. A matéria inteira está disponível aqui.

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10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Enquanto várias cidades do Brasil começam a reabrir o comércio, o momento é mais do que apropriado para pensar e se preparar para o funcionamento de restaurantes. Quando o pico da pandemia tiver passado e pudermos pensar em trabalhar com segurança, como será o novo cenário do setor de alimentação? Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, falou sobre isso durante o seminário de inovação para esse mercado promovido pelo Canal Restaurante. A palestra, convertida em ebook gratuito, abordou 10 lições para pensarmos o futuro dos restaurantes self-service.

Como será o futuro

Entre mudanças significativas e ajustes pontuais, estabelecimentos e fornecedores estão calculando diferentes cenários. Em pesquisa com especialistas de diferentes áreas, Emmanuel Melo listou 10 elementos que, certamente, terão impacto no funcionamento de restaurantes self-service

1 – Será preciso criar e comunicar um protocolo de segurança

Estabelecimentos de alimentação já operam dentro de rigorosos controles de segurança e higiene. Esses protocolos deverão ser atualizados para incluir as medidas de prevenção à Covid-19 e o público deverá ser bem informado sobre as ações tomadas.2

2 – O cliente vai precisar lavar as mãos antes das refeições

Para garantir que o consumidor higienize as mãos corretamente, o estabelecimento deverá oferecer opções como pias ou dispensadores de álcool gel.

3 – Os alimentos no bufê deverão ser protegidos

Restaurantes self-services costumam ter um grande balcão com alimentos expostos. Esse espaço deverá ser repensado para que as comidas estejam protegidas de gotas de salivas das pessoas ao redor.

4 – Alimentos porcionados e pré-embalados podem ser uma alternativa

Além do autosserviço, os restaurantes podem passar a oferecer refeições ou lanches já prontos e embalados, como sanduíches e saladas.

5 – Oferecer pratos prontos é outro caminho

Outra opção ao autosserviço é a oferta de pratos servidos. Preparados por funcionários e entregues ao cliente na hora.

6 – Será necessário pensar outras alternativas de venda além do salão

Com as medidas de distanciamento físico, o número de mesas no salão podem ser reduzidas. Para continuar gerando receita, outras alternativas devem ser analisadas. Entre elas: delivery, pickup e venda de ingredientes para preparo em casa. 

7 – Mais do que nunca o digital ganhará força

Cardápio digital, app para adiantar os pedidos e a possibilidade de receber pagamentos sem contato entre o cliente e o funcionário. Essas são algumas vantagens virtuais que podem ser adicionadas às operações.  

8 – É possível vender o dia inteiro

Com refeições pré-porcionadas e embaladas, as vendas podem acontecer durante todo o dia e não apenas nos horários tradicionais de almoço e jantar.

9 – A preparação antecipada é mais produtiva

As refeições prontas permitem um melhor usos das horas de trabalho e possibilitam as vendas por outros formatos, como o delivery.

10 – Desenhar no chão as marcas de distanciamento na fila será prática comum

Será preciso ajudar o consumidor a manter a distância apropriada dos outros. As marcações no chão indicando o espaçamento da fila será essencial.

Referência para planejar

Todas as 10 lições estão detalhadas em um ebook disponível para download gratuito. A publicação pode ser uma boa referência para planejar o futuro do estabelecimento quando o momento da reabertura chegar.

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Franco Bachot lança soluções de divisórias temporárias para restaurantes

Maurício Bioni, gerente comercial da Franco Bachot, conta que, ao pesquisar soluções para negócios de alimentação e hospitalidade para após a pandemia, percebeu que as referências internacionais não eram muito interessantes. A empresa decidiu estudar o cenário e as necessidades do mercado para desenvolver respostas melhores. O resultado é o lançamento da linha Care de divisórias temporárias. 

Segundo Bioni, a solução combina qualidade e praticidade. Os produtos são feitos para encaixar nas mesas, sendo uma alternativa de momento. Para receber as divisórias, as mesas não precisam ser furadas ou parafusadas, facilitando a instalação e remoção. A linha Care foi pensada para negócios de pequeno a médio porte, ou “para a padaria, o restaurante ou o hotel três estrelas”, como resume Bioni.

Detalhes do produto

A linha Care conta com diferentes tipos de divisórias. São soluções para mesas para duas ou quatro pessoas, para ambientes, para booths ou para poltronas. Os produtos são feitos de madeira, MDF, acrílico e estofado, no caso das divisórias em poltronas. Maurício Bioni explica que, adotando barreiras físicas entre as pessoas, os estabelecimentos podem ocupar mais mesas sem abrir mão da segurança.

Pesquisa intensa

O trabalho de pesquisa e desenvolvimento do produto durou 10 dias, para que o resultado saísse tão rápido, foi preciso que quatro times trabalhassem simultaneamente. Designers, engenheiros, e funcionários do comercial e do marketing atuaram juntos para buscar soluções neste momento de transformações no setor de alimentação.

Durante a fase de pesquisa, Bioni conta que foram ouvidos arquitetos, designers e especialistas em foodservice. Nessa etapa, o StudioIno contribuiu com experiência e conhecimento técnico nesse mercado. A Franco Bachot ouviu também clientes da empresa, para entender as demandas dos operadores.

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